domingo, 23 de janeiro de 2011

Já vi vários amores e não sei qual é o certo...
Será que "dá certo"?
O sofrimento e as alegrias... e muito amor no meio.
Nem sei quantas vezes amei,
De quantas formas diferentes...
Eu sei que amei, e não me arrependo de nenhuma.
Por mais que tenha sofrido
E que sentisse o peito de dilacerar em pedaços mínimos...
Já aprendi a juntar os cacos e colá-los.
Só pra começar tudo de novo.
Sem arrependimentos.

sábado, 27 de novembro de 2010

Enq Uantoo gr Ilo Garg
Areja Meueuv ia Ja ent
Remun dos!

Pedreira da Silva

Um carregamento inteiro de pedras.
Entulhadas, amontoadas, não existe distinção entre as geometrias.
Cada uma possui formas únicas, com os segredos mais profundos inscritos em suas arestas.
Mesmo assim, continuam em um monte, aglomeradas em meio a pedreira.
Cada uma dessas possui seu objetivo e destino traçados, com funções de sustentação designadas.

Um jovem sobe o monte.
Como se o Everest fosse feito de brita!
Lá do alto, grita como um louco.
Sem imaginar como será a descida.
Em um lapso, uma, das minúsculas tantas, chama sua atenção.
A perfeição natural contida em suas formas microscópicas.

Os pensamentos vagueiam nessa hora.
Uma discussão dá início: o jovem e a simplicidade, a pedra complexa.
O Todo é abordado em questão de segundos, em apenas uma troca de olhares.
(se é que pedra tem olho!)
O jovem, transtornado de tanta informação, pára estupefato, o olhar preso a pedra,
e esta lhe desfere o último golpe. Arremessada ao longe, agora estava fora do monte.

Livre pra morrer do jeito que quiser!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Posteriormente ao conhecimento absorvido
Desfere a caminhada pela ladeira.
O estômago vazio e sem sentido.
O corpo apenas descendo em busca de pão e cafeína...
Sempre! Muita cafeína!
Isso tudo por apenas R$ 2,30!
Mesmo assim, aquele mesmo corpo segue enquanto digere essa mistura mineira sem nexo algum.
Procura por uma sombra... daquelas móveis, e se senta, confortável.
Um resto de café, uma música leve, um cigarro, um caderno aberto.
E então, em meio a este conforto, uma linha pousa o braço.
Leve e grudenta. Pegajosa.
O corpo troca o foco: Agora haviam 8 olhos o observando.
Atentamente, observam cada movimento mínimo, sem se preocupar.
Cada salto dado por aquele pequeno corpo parece longe demais para proporções humanas.
E na hora do perigo, aquele corpinho simplesmente se lança com um fio de seda saindo do rabo.
A descida suave em algo quase invisível.
O pouso tranquilo de quem tudo observa do seu mundinho.
Aquela sombra não serve mais.
Já se moveu a muito tempo.
Novos ares! Aos novos ares, um novo trago!
Deixando a fumaça áspera escorrer pelo peito magro.
Cheio e magro! Perturbado e magro!
Desleixado. Uma procura sem fim e sem futuro.
Aguarda, mas não espera. Apenas seguindo o tempo e as voltas que ele faz.
Distraido pelas relacionamentos exteriores, as voltas do tempo agora envolviam o corpo.
Chamando por ele! E, mesmo assim, ele espera...
Por um coração que não é dele.
Pulsante e colorido de sorrisos.
Amante... Do seu peito... por um momento!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Um presente estranho!

Isso não é presente que se dê.
Mas, por essa razão, irei dá-lo:
Idéia... Boa idéia... Tive uma boa idéia!
Escrever para minha mãe e, sim, do meu jeito!
E não pelas datas que ocorrem todo ano,a
(duas vidas tão próximas estão além disso)
Mas pelas alegrias que virão todos os dias.

Que virão! E eu estarei com você pra vê-las chegar!

"...um amor de filho infinito"

Feliz Parabéns, Mamãe! rs.

sábado, 2 de outubro de 2010

Um carregamento inteiro de pedras.
Entulhadas,amontoadas, não existe distinção entre as geometrias.
Cada uma possui forma única, com os segredos mais profundos inscritos em suas arestas de minuta!
Mesmo assim, continuam em um monte,aglomeradas em meio a pedreira.
Cada qual com seu destino e objetivos traçados, com funções de sustentação designadas.


Um jovem rapaz sobe o monte.
Como se o Everest fosse feito de brita.
Lá do alto, grita como louco... Sem imaginar como será a descida.
Em um lapso, uma das minúsculas tantas, chama sua atenção.
A perfeição natural contida em suas microscópicas formas.

Os pensamentos vagueiam nessa hora. Uma discussão dá início:
O jovem e a simplicidade. A pedra complexa.
Todas as questões universais são abordadas em segundos, em apenas uma troca de olhares. (se é que pedra tem olho.)


O jovem, transtornado de tanta informação contida em tão pequeno pedaço, pára estupefato, o olhar preso a pedra, e está lhe desfere o último golpe:

"Arremessada ao longe, agora estava fora do monte.
Livre pra morrer do jeito que quiser."

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Uma luz invade o local, andante serelepe, atravancando-se nos mais ínfimos espaços que sua angular lhe permite, dando origem aquilo que chamamos de "cor".
Na realidade, não quero ir. Se posso ficar, ir pra outro lugar, ou só não ir...
Na realidade, não acredito nela. Nem no real, nem no euro, nem no óleo preto...
Na real, passo a crer que isso não existe, isso meio bagunçado perdido que chamamos de vida.

Mas ainda temos cores...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Putas alvoroçadas lambiam açúcar e vinhos,
Raivosas, astutas, sagazes.
Nem assim dançariam alegres as valsas,
ainda lembrando este minuto.
Pulsantes, roubaram outro saleiro.
Entediadas, não tiveram inveja da morte.
Então, naturalmente, tangeram a orar,
Pela única reza oficial.




Obs.: o título está no (con)texto!

sábado, 24 de julho de 2010

Aquele rapaz, deslocando o eixo,
Por meio de esforço monumental,
Quebra as duas asas, de norte a sul,
E então, articula um plano:
Se encontra com o piloto,
E dá de frente com a brasília.